quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Os Homens que não Amavam as Mulheres - Stieg Larsson


Harriet Vanger, desaparece sem deixar vestígios, durante um acidente na ilha em que morava, no ano de 1966. Aproximadamente quarenta anos depois, Henrik Vanger, o patriarca da família e do império de industrias Vanger, ainda acredita que a morte é suspeita, e que mesmo com as investigações encerradas e inconclusivas, a moça tenha sido assassinada por alguém da família. Então, ele contrata, em um perfeito momento da vida, o jornalista Mikael Blomkvist, para revisar toda a investigação. E com a ajuda de Lisbeth Salander, eles descobrem muito mais do que podiam imaginar.

Pensa em uma leitura que demorou para engatar. Comecei e abandonei esse livros apenas três vezes, sei lá, a leitura não fluía ou me prendia de nenhuma forma. Comecei a ler novamente  no fim do ano passado e fui carregando cinco ou seis paginas por dia. Um suplício, mas não desisti. A história só foi ficar mais interessante lá pela página 250.
Mas quando engrenou, ficou bom de verdade. O desenrolar e a finalização do texto me deixaram de boca aberta. O livro, envolvendo um assassinato misterioso, não teve um final óbvio, como geralmente acontece e até a revelação eu não tinha ideia de quem era o responsável.
Vale acrescentar também que o livro não é para qualquer leitor, temas como estupro, incesto e crimes sexuais são abertamente discutidos é muito importantes para a evolução da história.
Apesar dos pesares, a primeira leitura de 2017 foi excelente e me agradou muito. Vale a pena se esforçar no começo.

domingo, 15 de janeiro de 2017

Sobre sinceridade e resoluções de ano novo

O que acontece quando a gente resolve ser sincero com quem a gente gosta? De duas, uma: Ou ela te entende e te recebe de braços abertos ou a relação fica machucada. Mas eu fiz uma resolução pra esse ano, e pra vida daqui pra frente, ser honesta comigo mesma e com as outras pessoas. Me esforçar, sabe? Pra dizer se eu gosto, se não gosto ou o que quer que seja.

E na primeira sinceridade que eu escrevi - sim, mandei textão com o português bem correto - já ganhei uma lambada de ficar horas rodando e pensando no assunto por horas. Fiz certo? Devia mesmo ter escrito tudo isso? Será que nada ficou subentendido? Cada palavra soou exatamente como eu queria? Não vou saber tão cedo...

Mas o que eu sei é que, quando a gente fala o que está guardado a tanto tempo, o coração fica levinho, a alma fica sossegada e a gente fica melhor pra receber e entender a resposta, seja ela qual for.

Então vale a pena, vale a pena, sim! Não se deixe sofrer por pensar com o que pode acontecer. Vai lá e faz. Desprende o que está querendo sair a tanto tempo e seja feliz no final de tudo.


O dia do prato chegou
É como eu encontro você
Nem me lembro que foi diferente

Mas assim como veio acabou 
E quando eu penso em você
Choro café e você chora leite
(O Teatro Mágico - Pratododia)

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Coisas pra fazer a vida valer a pena

Comecei essa lista com o famoso "100 coisas pra fazer antes de morrer", escrevi 33 e empaquei. 100 é um número grande, significativo, tanta coisa com um tempo limite que eu nem sei quando é que vai acabar. 

Então resolvi mudar o tema: "Coisas pra fazer a vida valer a pena". Muda o título, se mantem o objetivo: desafiar a mim mesma com coisas que parecem tão grandes ou tão pequenas. Demorei pra subir esse post, já reescrevi ele um tanto de vezes que acabei perdendo a conta e assim vai sendo. Acrescento ítens quantas vezes eu achar necessário e até posso retirar. E claro, vou contando quando realizar algo.

Então, sem mais delongas, segue a lista:
  1. Morar sozinha
  2. Aprender a nadar
  3. Correr 5K ✓  (Participei da minha primeira corrida "Run For Chocolate", em Julho/2018 e, na verdade, foram 6K)
  4. Correr 10K
  5. Fazer um cruzeiro
  6. Me formar em Jornalismo
  7. Conhecer outro país ✓ ✓  (Conheci Cancún, no México, essa foto é em Isla Mujeres. Foi em Dezembro/2016 / Edit 2: Março/2018 - Fui pra Disney <3)

  8. Aprender a surfar 
  9. Fazer alguém feliz ✓ (Segundo minha tia, eu já fiz várias pessoas felizes e é humanamente impossível ser feliz 100% do tempo)
  10. Parar de abandonar tudo pela metade
  11. Participar de uma Disney Magic Run vestida de princesa
  12. Ser voluntário em alguma instituição por um mês
  13. Escrever um livro
  14. Fazer mais três tatuagens
  15. Atingir meu peso ideal
  16. Doar sangue (Tentei esse mês - maio/2017- e não pude, mais pra frente tento de novo!)
  17. Aprender Yoga
  18. Conhecer meu escritor vivo favorito
  19. Fotografar alguma coisa por dia, durante 100 dias  ✓ (Acabei ontem o desafio lá no Instagram. Tô chocada que consegui!!! E muito feliz tbm.)
  20. Sentir como é o frio abaixo de zero
  21. Conhecer Londres
  22. Assistir Friends pela segunda vez
  23. Aprender algo que eu considero impossível
  24. Participar de um festival de música no Brasil
  25. Participar de um festival de música em outro país
  26. Visitar um templo budista
  27. Alimentar minha poupança toda mês, por pelo menos, um ano, e não mexer no dinheiro antes da hora.
  28. Visitar as sete maravilhas do mundo
  29. Ler 100 livros em um ano
  30. Perder um medo
  31. Ler um livro em inglês
  32. Ler um livro em companhia do autor dele
  33. Visitar o túmulo do meu autor preferido
  34. Completar o #TheRoryGilmoreBookChallenge
  35. Participar do Burning Man
  36. Falar outro idioma fluentemente
  37. Vingar uma maldade
  38. Entender sobre vinhos
  39. Viajar sozinha
  40. Abandonar um hábito ruim
  41. Apaixonar-me perdidamente ✓ (Essa doeu, mas já aconteceu! E escrevi sobre tudo o que eu senti. Vomitei, no caso! Tá aqui, é só clicar.)
  42. Ter paciência pra ler "O Senhor dos Anéis"
  43. Passar o natal em um lugar com neve
  44. Não ter receio em falar o que eu penso
  45. Assistir a um show do John Mayer ✓ (ACONTECEU!!! Foi em 18/10/2017, no Allianz Parque, um sonho de princesa realizado)
  46. Ler um livro de cada país 

F E L I Z  2017

quarta-feira, 2 de março de 2016

Fuller House no NetFlix


Fuller House estreou nessa sexta (26), no Netflix (precisa de explicação? Alguém ainda não conhece?), tendo a primeira temporada, com 13 episódios, liberada de uma vez só. Te amo, Netflix. Vamos casar e ser felizes pra sempre?


A série é uma continuação de Full House, conhecida aqui no Brasil como Três é Demais e foi ao ar entre setembro de 1987 e maio de 1995, inicialmente contando a história de Danny Tanner, que após perder a esposa, conta com a ajuda de seu cunhado e um melhor amigo, Tio Jesse e Tio Joey, para criar as suas três filhas, DJ, Michelle e Stephanie. Sabe aquelas histórias boas de acompanhar? Que emocionam e fazem rir? Assim que eu definiria Full House, que, apesar de ter terminado a anos, é sempre boa pra assistir. 
Quando anunciaram a sequência, a internet borbulhou de curiosidade. Gênio, esse tal dono do Netflix. Ele fez o que sempre passou pela nossa cabeça, saber o que acontece com os personagens depois que tudo acaba. Quem nunca se pegou pensando nisso? Eu, como sempre adorei seriados, não fiquei pra trás e estou esperando ansiosamente o retorno de Gilmore Girls.

Nostalgia. Foi o que senti, principalmente com o primeiro episódio, em que aparece todo o elenco. A história agora é centrada em DJ, a irmã mais velha, que após perder o marido, convoca Steph e Kimmy, Kimberlina pra quem está acompanhando a série, para ajudar a cuidar dos três filhos. O que teria tudo para ser mais do mesmo é exatamente o contrário, principalmente por estarmos tão familiarizados com o ambiente, não perdeu a essência, ri e chorei diversas vezes. 


Terminei a temporada em dois dias, dei até uma segurada pra não terminar em um só, porque os episódios estavam demais e fica aquela vontade de colar um atrás do outro. Preciso muito da próxima temporada.

Libera aê, Netflix!